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May 30, 2005

Fotos de Angola - Mix

Vista para o Farol - Praia das Escadinhas, Namibe
Vista para o Farol - Praia das Escadinhas, Namibe
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Praia das Escadinhas, Namibe
Praia das Escadinhas, Namibe
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Baia do Namibe
Baia do Namibe
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Acari, Velvet mite
Acari, Velvet mite
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Publicado por Hidro às 01:01 PM | Comentários (6)

May 11, 2005

Cascata da Serra da Leba

Cascata da Serra da Leba
Cascata da Serra da Leba
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Vista do Miradouro da Serra da Leba

Publicado por Hidro às 03:02 AM | Comentários (1)

May 10, 2005

Welwitschia - Deserto do Namib

Welwitschia
Welwitschia
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Apenas no Deserto do Namib se encontra a célebre Welwitschia Mirabilis, da família das gnetáceas.
Esta gimnospérmica produz apenas duas folhas, que crescem toda a vida, pelo que as plantas mais velhas parecem ter várias folhas, devido ao desgaste e destruição das orlas, que se rompem longitudinalmente.


O Namib é um dos desertos mais antigos do mundo. Há 80 milhões de anos, a areia vem sendo pacientemente depositada ao longo da costa. Quase toda a areia do Namib vem do mar, carregada pelo aluvião do Rio Orange, ao sul, até o Oceano Atlântico, e daí levada pela corrente marítima e pelo vento até o litoral da Namíbia. O resultado desse longo trabalho é um interminável manto de dunas que se debruça sobre as águas frias do Atlântico e redesenha o mapa da Costa do Esqueleto a cada dia. Praias, baías e ilhas que os navegadores portugueses mapearam já não existem mais. Algumas das dunas, como as de Sossusvlei, no Parque Namib-Naukluft, chegam a até 300 metros de altura. São, pelo que se diz, as mais altas do mundo.
Isso tudo seriam belas praias tropicais se chovesse mais do que os 15 milímetros por ano que gotejam sobre a Costa do Esqueleto (a precipitação anual da Amazônia é de 2 500 milímetros por ano). No lugar da chuva, existe uma névoa espessa que todas as manhãs invade o deserto e se alastra por até 50 quilômetros sobre o continente. Obra do singular encontro da fria Corrente de Benguela com o ar quente do deserto, a névoa, em seu caminho, vai-se depositando nas poucas espécies de plantas que vivem no deserto. Plantas essas que servem de alimento a animais como elefantes, girafas e antílopes. É assim que a vida se sustenta no Namib.

Uma das plantas que se vem alimentando dessa forma há milhares de anos é a Welwitschia mirabilis, apelidada por Charles Darwin de "ornitorrinco do reino vegetal". A planta, endêmica do Namib, é um milagre da evolução. Só com a névoa matinal, cada exemplar pode viver cerca de 2 mil anos. Por causa de sua estranha forma - apenas duas folhas rígidas e fibrosas acopladas a um caule grosso e achatado -, os botânicos consideram a Welwitschia uma espécie de árvore anã. Outra planta que sobrevive bem às duras condições do deserto é o melão !nara (o ponto de exclamação significa um estalido com a língua no idioma falado pela tribo nama). Com sua raiz de 40 metros de profundidade, a planta tira do lençol freático toda a água de que precisa para viver.

Publicado por Hidro às 12:33 PM | Comentários (2)

May 09, 2005

Fenda da Tundavala - Lubango

Fenda da Tundavala
Fenda da Tundavala

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Publicado por Hidro às 03:36 PM | Comentários (6)

May 06, 2005

Praia de Cabo Ledo - Luanda

Praia de Cabo Ledo
Praia de Cabo Ledo
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Praia quase deserta, 160km a sul de Luanda, passando pela ponte na barra do Kwanza, pelo Miradouro da Lua e pelo parque da Quissama.


Publicado por Hidro às 08:37 AM | Comentários (6)

May 05, 2005

Praia das Escadinhas - Namibe

Praia das Escadinhas
Praia das Escadinhas
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Publicado por Hidro às 02:29 PM | Comentários (1)

May 02, 2005

Cidade do Lubango - Provincia da Huila

Cidade do Lubango
Cidade do Lubango
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Cidade do Lubango (antiga Sá da Bandeira)

Data de 1627 o primeiro contacto europeu com as terras do planalto angolano. Os primeiros sinais de povoamento europeu são dos boers, por volta de 1880. Pouco depois surgiram os madeirenses que em Janeiro de 1885 fundaram a colónia de Sá da Bandeira. A dois de Setembro de 1901, Sá da Bandeira foi elevada à categoria de vila e tornou-se a sede capital da província da Huíla. Só é cidade a 31 de Maio de 1923, quando o caminho de ferro, depois de vencer o deserto e a serra, atingiu finalmente o planalto.


Publicado por Hidro às 02:58 PM | Comentários (11)